12 de junho de 2013

Jovens com 20 e poucos anos…

A fase juvenil que compreende mais ou menos a própria entrada na adolescência (entre 12 ou 13 anos) e a chamada fase adulta (legalmente a partir dos 18, mas considerada mais ou menos a partir dos 20 ou 21 anos) é tratada quase sempre de maneira poética e romanceada. Ao se acreditar que mesmo na infância uma criança nunca deve ser considera como má, pois ela NUNCA seria capaz de cometer qualquer maldade (não entremos no mérito das definições morfológicas dos termos capacidade e competência)independente do meio ou dos seus genes, seria natural supor que tal benevolência fosse exteriorizada ao longo de sua vida. Então, o que se nota ao entrar nas fases inicialmente referidas? O início de uma mudança que se tornará radical: comportamento agressivo, irritabilidade impaciência e tantas outras condutas já conhecidas. E ainda que se considere o fator hormonal característico dessa fase adolescente, caberia questionar sobre as razões pelas quais muitas vezes tais atitudes quase se perpetuam durante o crescimento e o amadurecimento do indivíduo. Talvez as respostas se encontrem em estudos mais aprofundados sobre a psiquê humana, nesse sentido.

O retrato da sociedade (e não somente a atual, mas em todas as eras o foi mesmo o que se vê hoje em dia) expõe uma violência que se manifesta principalmente nas mãos desses marginais indivíduos que se lançam em manifestações de conflitos: depredações, saques, assaltos, estupros, homicídios... Porque a maior parte dos envolvidos nesses acontecimentos são exatamente os jovens? E porque grande parte deles ainda leva esse sentimento de revolta em suas fases mais adultas, passando até mesmo esse sentimento para seus próprios filhos que são as futuras gerações? Porque não amadurecem?

As respostas podem ser inúmeras (ou não), mas parece que são características próprias das pessoas nessa fase . O que fazer? Talvez fosse melhor se perguntar se HÁ algo que possa ser feito.

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