17 de setembro de 2012

A rebelião das massas

A rebelião das massas: Fui um dos primeiros (acho eu) a comentar que a "primavera árabe" era um engodo, e a questionar a burralda intervenção na Líbia. Ou se não fui o primeiro, dane-se, igual qualquer pessoa com mais de dois neurônios poderia saber que ia dar merda. Pois bem. Agora Egito, Líbia e Tunísia, todos países "liberados", estão atacando embaixadas americanas e matando gente, em mais um momento de fúria orquestrada.

Digo orquestrada, por que não acredito que a culpa seja só desse filmeco vagabundo que foi postado, é bem claro que isso foi provavelmente planejado com antecipação por grupos interessados, e o filme foi uma boa desculpa, além de servir para insuflar as massas. 

Porém, uma das coisas bizarras dos muçulmanos é como ficam loucos por pequenas coisas. A verdade é que é muito fácil insuflar suas burras multidões, basta um filme ou um cartum, um pedaço de bacon ou um livro queimado. Nisso, não podemos deixar de observar a nefasta influência de sua religião, que é uma religião violenta e fanática criada por um guerreiro. Sua novidade foi se expandir na base da espada. Por isso, imigrantes muçulmanos não deveriam ser permitidos em países ocidentais e cristãos.

Não acho no entando que os muçulmanos sejam únicos. É verdade que também, por exemplo, afro-americanos, mexicanos e outras "minorias que hoje são maiorias" também às vezes organizam quebra-quebras bem violentos, mas em geral é porque um dos seus morreu, em geral nas mãos da polícia. (Em geral por causas justas, também, mas isso é detalhe para eles. "Fuck tha police!"). Porém, devemos observar que mesmo grupos tradicionalmente mais pacíficos, como os hindus ou os chineses, tem tido instâncias de protestos violentos e até sanguinários. É uma característica humana do comportamento em multidão, mas que varia um pouco conforme a cultura. 

Já os brancos europeus, especialmente em sua manifestação progressista, são um bicho mais curioso ainda. Você pode dar soco e tiro, continuam passivos como múmias. Quando agredidos ou insultados (com exceção talvez dos russos), desculpam o agressor: "Nem todos são ruins assim, o Islã é uma religião da Paz", dizem, tentando explicar que tudo foi um mal-entendido. (Já os muçulmanos não tem nenhum pudor em acreditar que absolutamente todos os ocidentais são malvados, e a morte de um embaixador americano na Líbia pode muito bem cobrir pelos pecados de um cineasta egípcio copta que mora nos EUA... Com eles não tem isso de dizer, "calma lá pessoal, a maioria do Ocidente é da paz!")

O que leva os euro-descendentes ocidentais a erguer-se da poltrona e protestar? Algumas coisas. Maltrato aos animais... A descoberta de que estão usando aditivos químicos cancerígenos no alface... O aumento de impostos... A falta de impostos... A violência urbana contra um dos seus, sim, às vezes; mas em vez de destruir embaixadas ou incendiar escolas, eles em geral se vestem de branco e saem de mãos dadas com velas nas mãos, com discursos sobre paz e unidade geral.

Ei, não estou reclamando: na verdade, acho esse um ponto extremamente positivo. Quem dera que também os muçulmanos pudessem protestar que nem o pessoal do "Tea Party" ou do "Viva Rio"! Comportando-se com elegância e respeito, sem incêndios, sem violência, sem gritos, e sem nem mesmo deixar sujeira por aí. 

Ah! Porém, o futuro pertence às massas violentas, ignorantes e imbecis. Em breve, num cinema perto de você.

"A rebelião das massas".

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